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Deus abençoe os
visitantes desde 25/12/2001
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O Sobrevivente |
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Irmão,
eu teria muita honra em ver meu testemunho veiculado no seu
abençoado site.Em Jesus, "Tomei desde os confins da terra, e te chamei desde os seus cantos, e te disse: Tu és o meu servo, a ti te escolhi e não te rejeitei." (Isaías 41:9) "Meu
nome é José Nunes Dias, sou jornalista, do Espírito Santo. Quando
eu fiz 16 anos, fui a uma festa de família, bebi um gole de cerveja e
virei um alcoólatra. Quando eu tinha 17 anos, além do álcool
comecei a usar bolinhas, aos 18 eu já consumia álcool, bolinha e
maconha. A partir daí não parei mais. Durante 26 anos rastejei no
lamaçal da droga. Nos dez anos seguintes, aprisionado nas drogas, eu
acumulava derrotas e sofrimento - perdas materiais e financeiras,
acidentes de carro, detenções, espancamentos, tentativas de suicídio.
Mesmo assim, consegui ingressar no jornalismo, casei em 1976, um ano
depois nasceu Katyúscia, minha primeira filha. Apesar
de tudo, em 1979 eu estava até bem profissionalmente. Era o chefe de
reportagem do jornal A Gazeta, o maior do Espírito Santo, Estado onde
nasci, me criei e vivo até hoje. Era ainda repórter especial da
maior tevê regional, morava num apartamento à beira-mar, tinha carro
novo na porta, toda a comodidade dentro de casa e um inferno profundo
no coração. Levei as drogas pra dentro do meu casamento... O meu
apartamento era freqüentado por traficantes, ladrões, assassinos,
prostitutas, homossexuais. Eu e minha mulher nos torturávamos física
e moralmente todos os dias e todas as noites. Nosso casamento
naufragou no lamaçal do adultério e da prostituição. No início de
1980 nos separamos e tentei morrer cortando meus próprios pulsos. Não
morri, mas perdi tudo. Pedi demissão em meus empregos, peguei o
dinheiro da indenização e gastei tudo em drogas. Durante seis meses
não fiz outra coisa na vida a não ser me drogar. Eu não tomava
banho, não mudava a roupa, não cortava o cabelo, não fazia a barba.
Não almoçava, não jantava, não dormia. Eu só queria usar drogas.
Depois de seis meses eu já não tinha nada. Nem casa, nem família,
nem amigos, nem dinheiro. Perambulava pelas madrugadas, de bar em bar,
de mesa em mesa, pedindo esmolas a estranhos para juntar os trocados e
comprar drogas. Eu virei um mendigo... Um
dia tive um restinho de lucidez e percebi que precisava de ajuda. Pedi
socorro a meus pais. Eles foram à Federação Espírita, que me
sugeriu uma clínica de recuperação. Lá, fiquei diante de um portão
enorme, parecendo de penitenciária, abriram aquele portão e me
trancafiaram. Aos 28 anos, por causa do meu uso abusivo de drogas,
cheguei aos limites do sofrimento humano. Estava internado num hospício.
E aquele hospício era um local de tortura e de morte. Ali haviam
solitária, choque elétrico, morte. Eu vi gente morrendo ali dentro.
Tinha psicopata assassino junto com a gente. Quase perdi a vida
naquele lugar, só consegui escapar vivo graças à misericórdia de
Deus. Saí daquele hospício disposto a me regenerar. Reconciliei-me
com a mãe de minha filha, prometi não mais usar drogas, saímos
daquele apartamento na praia e fomos morar numa favela. Em 85
eu já reconquistara meu espaço social e profissional, havia nascido
Mariana, minha segunda filha. Eu achava que estava muito bem na vida.
Tanto que todo domingo tinha churrasco, pagode e cerveja na minha
casa. Minha casa ficava cheia de amigos. Estava tudo aparentemente tão
bem que um dia resolvi tomar um gole de cerveja. Seis meses depois
havia perdido tudo de novo e estava afundado nas drogas. Eu não tinha
mais apartamento, nem mulher, nem filhas, nem carro, nem pagode,
churrasco e muito menos amigos... Estava outra vez na sarjeta. Resolvi
me suicidar com tranquilizantes. Eu comprei 15 caixas, 300
comprimidos. Cheguei ao CTI de um hospital da cidade com 215
tranquilizantes no organismo, pneumonia e em coma profundo. Num estado
desesperador. Tive uma experiência sobrenatural no coma, achei que
era um aviso de Deus e resolvi que, quando saísse do hospital,
procuraria uma religião. Cumpri a palavra: quando saí,
transformei-me em médium numa seita espírita onde fiquei durante três
anos e meio. Nunca perdi tanto em minha vida. Meu casamento caiu de
vez num angustiante pesadelo. Minha única vitória foi ficar num
porre seco, sem usar drogas. Mas no restante a minha vida virou um
inferno. No início de 90, eu estava completamente falido.
Desempregado, sem dinheiro, desiludido, com o casamento aos pedaços.
Sem qualquer esperança. Com a
ajuda de Jesus, consegui ver minha situação revertida e poucas
semanas depois conquistava algumas vitórias. Mas em dois anos eu
descuidei do meu lado espiritual e fali . No início de 93 me perdi
totalmente. Numa hora estava sóbrio, na outra ficava me drogando. Em
alguns momentos era uma pessoa normal, depois mergulhava num poço de
insanidade. No início de 94, apesar de uma vida profissional satisfatória,
eu era um homem completamente perdido, atordoado, desesperado. No
segundo semestre de 94, meu casamento que nunca foi bom, estava
totalmente destruído. Abandonei minha família, envolvi-me numa relação
extraconjugal e fui morar num apart-hotel. Dias depois estava
absolutamente só e o que eu queria mesmo era morrer, drogando-me. E
durante 90 dias me droguei pesadamente. Não fiz nada na vida a não
ser me drogar. Eu não atendia a porta, não abria a correspondência,
não atendia o telefone. Não cortava o cabelo, não fazia a barba, não
trocava de roupa, não tomava banho. Não comia, não dormia. Eu só
usava drogas. Só ia à rua escondido, que nem um bandido, pra comprar
drogas. E
numa noite daquelas, entrei numa confusão de bar e fui levado para
uma delegacia de polícia. Lá, o delegado de plantão e quatro
investigadores me torturaram a noite inteira. Eles me espancaram
muito, violentamente. Estavam possessos, de nada adiantaram todas as
minhas credenciais, ou minhas carteiras de jornalista ou de
identidade. Eles queriam me matar. Num determinado momento o delegado
colocou o cano da pistola na minha boca e por pouco não me
assassinou. De manhã me libertaram. Totalmente destruído, física,
moral e espiritualmente. Tranquei-me no apartamento para morrer de uma
vez. Dias depois, no anoitecer de 22 de dezembro de 1994, eu estava
naquele apartamento, sozinho, perto de uma overdose e pronto para
encontrar a morte. Eu já não agüentava nem andar. Tinha me
transformado num verme, rastejava de um canto para outro atrás de
droga, espalhada por cada canto naquele apartamento. Mesmo assim,
naquela noite eu ainda tomei várias doses de álcool doméstico -
aquele perfumado que a gente usa pra desinfetar banheiro. Eu ia
morrer. Mas
naquela noite tive uma experiência concreta e definitiva com Deus,
fiz uma aliança com Ele e 24 horas depois estava no apartamento de
minha mãe, que chorava muito. Vinte e seis anos depois daquele
primeiro gole de cerveja, um farrapo humano e uma trágica história.
Três acidentes de carro, três tentativas de suicídio, duas de
assassinato, dois espancamentos, quatro detenções com agressões e
humilhações, seis separações da mesma mulher, hospício, clínicas,
hospitais, muita dor, muito sofrimento, o coração e a alma sangrando
demais. Mas permaneci firme em meu propósito de deixar Jesus guiar
minha vida. E nunca mais minha mãe chorou por minha causa. Fiquei
64 dias internado numa clínica de recuperação. Descobri que sou
portador de uma doença chamada dependência química. Preciso de uma
terapia, um dia de cada vez, e acima de tudo da proteção de Deus.
Aprendi através de Jesus e da Terapia dos 12 Passos que o uso abusivo
de drogas não pode e não deve ser tratado com violência, mas sim
com compreensão e amor. Deus teve suas razões e não refez meu
casamento. Casei com Adriane, minha esposa diante de Deus e dos
homens. Hoje eu sei o que é ser feliz, olhar as pessoas de frente de
igual para igual, sentir o carinho enorme pelas minhas filhas, o amor
por minha esposa, a alegria de estar vivo, servir ao meu Jesus e até
de ser pai outra vez, agora da Rachel - uma menina linda que nasceu no
dia 22 de agosto de 2000. E para uma
alegria ainda maior, no dia 28 de maio deste ano Jesus deu-me
Filipe, meu primeiro netinho. Tudo para honrar, louvar e glorificar o
nome do Senhor Jesus! Profissionalmente,
não tenho do que reclamar. Em 1998, participei de uma campanha
eleitoral como assessor de senador capixaba José Ignacio Ferreira.
Hoje ele é o governador do Espírito Santo e sou o seu porta-voz,
ocupando também o cargo de secretário de Estado da Comunicação.
Mas a minha grande felicidade é poder dizer, de público e em
qualquer momento, que, acima de tudo, eu sou é um porta-voz de
Jesus... Que o
Senhor ilumine todos vocês. Em Jesus." José Nunes Dias. FICARIA
HONRADO SE VISITASSEM DOIS SITES CUJA CRIAÇÃO E IMPLANTAÇÃO JESUS
COLOCOU SOB MINHA RESPONSABILIDADE: Elos de Jesus: http://www.elosdejesus.com.br - Rede de sites evangélicos em língua portuguesa. A união cristã na Internet. O Sobrevivente: http://www.sobrevivente.com.br - Meu testemunho pessoal completo, mais links evangélicos, Bíblia, serviço etc. |
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